adicionar aos favoritos | São Paulo/SP

25/05/2008 13:25
Depois de muito tempo volto a postar um poema. Tenho trabalhado muito, nem tenho tido muito tempo para pensar na vida. Neste tempo todo as únicas coisas que me marcaram foram a decisão de operar meu ombro direito em dezembro próximo (e no ano que vem operarei o esquerdo) e a frustrante derrota do São Paulo para o Fluminense na Libertadores.
A vida está ótima, meu namoro segue passos fortes para uma vida a dois para o resto da minha vida. Agora sou consultor SD e espero que isto me ajude profissionalmente.
Pessoal, curtam o poema abaixo, espero que com este, eu volte a ter o hábito de escrever.
Salu2
Sandro
P.S. – a foto foi tirada em 26/01/2008, no Maracanã. Gostaria de agradecer meu grande amigo paraense e botafoguense, Marcelo Cavaleiro, pela hospedagem que nos deu lá no Rio de Janeiro
Calou-se minha pena
Eu poderia só rir
Ou, quem sabe, gritar
Mas calei meu sentir
Silenciei meu falar
Minha usina de idéias
Entrou em colapso
Tornei-me de Pompéia
Um habitante relapso
Um ser tão sincero
Quem seria assim?
Não sou o que quero
Nem o que querem de mim
Calou-se minha pena
Quente está minha poltrona
E a luz que me acena
Não é a que vem da tona
Eu poderia só ver
Ou, quem sabe, dançar
Murmurei pra se ler
O que posso pensar
(Sandro – 04/02/2008)